Uma unidade de alimentação e nutrição (UAN) oferece almoço para 100 comensais e, às quartas-feiras, serve salada com beterraba crua. Considerando o per capita líquido da beterraba de 100 g e o fator de correção de 1,5, indique a quantidade de beterraba a ser adquirida pela UAN para um almoço de quarta-feira.
- A)5 kg.
Errada, porque 5 kg não cobre nem a necessidade líquida total dos 100 comensais, que já é de 10 kg antes das perdas.
- B)10 kg.
Errada, porque 10 kg corresponde apenas ao peso líquido necessário para servir os comensais, sem aplicar o fator de correção.
- C)15 kg.
Certa, porque 100 comensais x 100 g = 10 kg líquidos, e 10 kg x 1,5 = 15 kg a serem adquiridos.
- D)100 kg.
Errada, porque 100 kg exagera muito a compra e ignora completamente a conversão do per capita para o total da UAN.
- E)150 kg.
Errada, porque 150 kg seria resultado de multiplicar 100 g por 100 e depois errar a unidade, como se 100 g virassem 100 kg.
Gabarito: C
Em UAN, a conta clássica para compra de hortifrúti costuma partir do per capita líquido, que é a quantidade efetivamente servida ao comensal, e depois aplica-se o fator de correção, que compensa perdas de limpeza, descarte e preparo. Em outras palavras: primeiro você descobre quanto vai para o prato, depois aumenta para saber quanto precisa comprar. Sem drama, só matemática de cozinha. Aqui, cada almoço terá 100 g de beterraba crua por pessoa. Como a UAN atende 100 comensais, a necessidade líquida total é de 100 x 100 g = 10.000 g, ou 10 kg. Esse é o peso da beterraba já aproveitável, pronta para uso. Como o fator de correção é 1,5, você multiplica os 10 kg por 1,5 para considerar as perdas do preparo: 10 x 1,5 = 15 kg. Portanto, a quantidade a ser adquirida é 15 kg. Esse raciocínio é o padrão cobrado em administração de serviços de alimentação e produção de refeições: quantidade líquida x fator de correção = quantidade bruta a comprar. A alternativa correta, então, é a que apresenta 15 kg.