Forma mais comum de carcinoma cutâneo, frequentemente associado à exposição solar crônica, com alta prevalência em indivíduos de pele clara:
- A)Carcinoma basocelular
Correta: o carcinoma basocelular é o câncer de pele mais comum e tem forte associação com exposição solar crônica e pele clara.
- B)Carcinoma espinocelular
Incorreta: o carcinoma espinocelular também se relaciona ao sol, mas é menos frequente que o basocelular.
- C)Melanoma nodular
Incorreta: melanoma nodular é um subtipo de melanoma, mais agressivo, porém não é o carcinoma cutâneo mais comum.
- D)Tumor de células de Merkel
Incorreta: o tumor de células de Merkel é raro e agressivo, mas bem menos frequente que os carcinomas cutâneos comuns.
- E)Carcinoma de células escamosas in situ
Incorreta: carcinoma de células escamosas in situ existe, mas não é a forma mais comum de carcinoma cutâneo.
Gabarito: A
O carcinoma cutâneo mais comum é o carcinoma basocelular. Ele costuma aparecer em áreas muito expostas ao sol, como face, orelhas e pescoço, e é muito frequente em pessoas de pele clara, que queimam mais facilmente e têm menor proteção natural contra a radiação UV. Em prova, quando o enunciado fala em lesão cutânea mais comum ligada à exposição solar crônica, a banca geralmente quer esse tumor. A lógica é bem clássica: sol acumulado ao longo da vida, pele clara e lesão que cresce devagar. O carcinoma basocelular é o “campeão” da pele no consultório e nas provas, superando outros cânceres de pele em frequência. Ele raramente metastatiza, mas pode ser localmente destrutivo se ignorado. Já o carcinoma espinocelular também se relaciona ao sol, porém é menos comum que o basocelular e costuma ter maior potencial de agressividade. Melanoma, tumor de Merkel e carcinoma espinocelular in situ são diagnósticos importantes, mas não são a resposta quando a questão pede a forma mais comum de carcinoma cutâneo. Então, o gabarito A está correto porque o carcinoma basocelular é o tumor maligno de pele mais frequente, fortemente associado à exposição solar crônica e típico em indivíduos de pele clara. Em oncologia de prova, esse é um daqueles clássicos que não costumam mudar de lugar.