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Medicina · IVIN · 2025

Questão comentada de Medicina

Segundo os Ministério da Saúde, em relação a terapêutica da hipertensão arterial sistêmica, com base em custo-efetividade e isento de variáveis epidemiológicas, sugere-se o uso de:

Gabarito: D

Na hipertensão arterial sistêmica, a escolha do remédio não depende só de “qual baixa mais a pressão”, mas também de custo, acesso e perfil de segurança. Por isso, o Ministério da Saúde, nas diretrizes e protocolos do SUS, costuma priorizar fármacos com boa eficácia, baixo custo e ampla experiência de uso na atenção básica. Nesse cenário, os diuréticos tiazídicos entram como escolha clássica, porque funcionam bem, são baratos e têm ótimo custo-efetividade. Eles reduzem a pressão principalmente ao diminuir o volume circulante e, com o uso contínuo, também ajudam a reduzir a resistência vascular periférica. Além disso, têm evidência sólida na redução de eventos cardiovasculares, o que é exatamente o tipo de remédio que o serviço público gosta: simples, eficaz e com impacto real, sem frescura farmacológica. É por isso que o gabarito é a letra D. Entre as classes anti-hipertensivas, os tiazídicos são frequentemente recomendados como opção inicial em muitos pacientes, especialmente quando a ideia é otimizar tratamento com base em custo-efetividade e padronização terapêutica. Em prova, quando a banca fala em orientação do Ministério da Saúde e pergunta qual classe é sugerida nesse contexto, pense primeiro nos tiazídicos. Resumo de prova: antihipertensivo bom para o SUS é aquele que baixa pressão, reduz desfecho e não pesa no bolso. Os diuréticos tiazídicos cumprem esse papel com folga.

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