Classifica-se como prioridade Máxima/Emergência as seguintes situações, EXCETO:
- A)Hipotensão (PAS ≤ 60 mmHg)
Correta como sinal de gravidade, porque PAS muito baixa sugere instabilidade circulatória e possível choque.
- B)Taquicardia (≥120 bpm)
Correta como alerta de emergência, pois taquicardia importante pode indicar compensação hemodinâmica em situação crítica.
- C)Hipertensão (acima de 160 x 110 mmHg)
Correta como situação de alto risco, já que hipertensão acima de 160 x 110 mmHg pode representar emergência hipertensiva na gestação.
- D)Queixas urinárias: disúria, polaciúria, oligúria, hematúria
Errada, porque queixas urinárias são relevantes, mas em regra não configuram prioridade máxima/emergência imediata como os sinais de instabilidade hemodinâmica.
- E)Pele Fria, palidez acentuada / Perfusão limítrofe, sudorese, pulso fino e síncope postural, cianose.
Correta como quadro de emergência, pois reúne sinais periféricos e sistêmicos típicos de perfusão inadequada e possível choque.
Gabarito: D
Em obstetrícia e ginecologia, a triagem por gravidade costuma separar o que é risco imediato de morte ou de perda funcional grave, exigindo atendimento sem demora. Sinais como hipotensão importante, taquicardia, extremidades frias, palidez intensa, sudorese, pulso fino, síncope e cianose apontam para choque ou instabilidade hemodinâmica, então entram com força na prioridade máxima. A hipertensão muito elevada na gestante também acende alerta grande, porque pode significar crise hipertensiva ou pré-eclâmpsia grave, com risco materno e fetal. Já a ideia central da questão é perceber que nem todo sintoma urinário vira emergência máxima: disúria e polaciúria sugerem, em geral, infecção urinária ou irritação vesical, e oligúria/hematúria pedem avaliação, mas não classificam, por si sós, como prioridade máxima no mesmo nível dos sinais de choque. Por isso, o gabarito é a letra D.