Assinale a alternativa correta em relação à sexagem fetal.
- A)Tem grau de certeza aproximado de 50%.
Errada, porque a sexagem fetal não tem apenas 50% de certeza quando feita por métodos adequados, podendo ter alta acurácia.
- B)É feita a partir do sangue da mãe após a 18ª semana de gestação.
Errada, pois a sexagem fetal por DNA materno não é feita apenas após a 18ª semana, já que pode ser realizada bem antes, dependendo do método.
- C)É baseada na identificação do cromossomo X no sangue da gestante.
Errada, porque a identificação não se baseia no cromossomo X no sangue da gestante, e sim na presença ou ausência de material fetal específico.
- D)É o exame realizado durante a gravidez para determinar o sexo do bebê.
Certa, pois sexagem fetal é justamente o exame realizado durante a gestação para determinar o sexo do bebê.
- E)Se for identificado o cromossomo Y, pode-se afirmar que o bebê é do sexo feminino.
Errada, porque a presença do cromossomo Y indica sexo masculino, não feminino.
Gabarito: D
Sexagem fetal é o exame feito na gravidez para identificar o sexo do bebê. Na prática, isso pode ser feito por métodos como ultrassonografia, análise de DNA fetal livre no sangue materno ou, em casos específicos, exames invasivos. Ou seja, a ideia central da sexagem fetal é justamente descobrir se o feto é masculino ou feminino antes do nascimento. Na prova, a alternativa D está correta porque define exatamente esse objetivo: um exame realizado durante a gestação para determinar o sexo do bebê. As demais alternativas tentam confundir com detalhes técnicos ou com informações erradas sobre cromossomos e tempo de coleta. Um ponto importante: quando se usa DNA fetal no sangue da mãe, a lógica é procurar material genético fetal, especialmente o cromossomo Y. Se ele aparece, isso indica sexo masculino; se não aparece, não se conclui automaticamente sexo feminino sem considerar a técnica usada e o momento da gestação. Em resumo, sexagem fetal não é adivinhação com 50% de chance nem depende de identificar cromossomo X na mãe. É um exame pré-natal voltado a determinar o sexo do feto, com base em métodos laboratoriais ou de imagem. Em termos práticos, é o “quem vem aí?” da medicina fetal, só que com ciência e sem chute.