O controle glicêmico é mais difícil nos diabéticos com tuberculose, para se favorecer os mecanismos imunológicos de defesa do organismo, durante o tratamento é importante que se mantenha a glicemia de jejum abaixo de:
- A)160 mg/dia.
Correta, porque a meta cobrada pela questão é manter a glicemia de jejum abaixo de 160 mg/dL.
- B)180 mg/dia.
Errada, pois 180 mg/dL já fica acima do limite pedido no enunciado.
- C)190 mg/dia.
Errada, porque 190 mg/dL é um valor ainda mais alto e foge da meta de controle mais estrito.
- D)200 mg/dia.
Errada, já que 200 mg/dL é excessivamente elevado para o objetivo de favorecer a defesa imunológica.
Gabarito: A
Em pacientes com diabetes e tuberculose, o controle glicêmico costuma ficar mais instável, porque a infecção aumenta o estado inflamatório e piora a resistência à insulina. Na prática, isso atrapalha a resposta imunológica e também pode dificultar a evolução do tratamento da tuberculose. Por isso, durante o tratamento, busca-se um controle mais cuidadoso da glicemia de jejum. A questão cobra um alvo clássico usado em provas: manter a glicemia de jejum abaixo de 160 mg/dL. A lógica é simples: quanto mais descompensado o diabetes, pior tende a ser a defesa do organismo e maior o risco de complicações infecciosas. Em prova, esse tipo de número costuma aparecer como meta prática de controle em contexto infeccioso, não como meta ideal de longo prazo para todos os diabéticos. Então, o gabarito A está correto porque 160 mg/dia é a alternativa que corresponde ao limite pedido pelo enunciado. As outras opções passam do ponto e deixam a glicemia mais alta do que o desejado para favorecer melhor resposta imune durante o tratamento da tuberculose. Resumo de prova: na associação diabetes + tuberculose, a banca quer que você associe melhor controle glicêmico com apoio à resposta imunológica, lembrando do valor de referência cobrado no enunciado.