A secreção de vasopressina é desencadeada quando a osmolaridade estiver acima de:
- A)265 mOsm/kg.
Errada, porque 265 mOsm/kg está abaixo do limiar fisiológico clássico de estímulo da vasopressina.
- B)270 mOsm/kg.
Errada, porque 270 mOsm/kg ainda fica abaixo do ponto em que a secreção de ADH começa a aumentar de forma mais consistente.
- C)275 mOsm/kg.
Errada, porque 275 mOsm/kg está próximo do valor de corte, mas não é o limiar clássico cobrado para desencadear a secreção.
- D)280 mOsm/kg.
Certa, porque a secreção de vasopressina é desencadeada quando a osmolaridade plasmática ultrapassa cerca de 280 mOsm/kg.
- E)285 mOsm/kg.
Errada, porque 285 mOsm/kg já está acima do limiar, mas a pergunta pede o valor a partir do qual o estímulo começa.
Gabarito: D
A vasopressina, também chamada de ADH, é o hormônio que ajuda o corpo a economizar água quando a concentração do sangue sobe demais. Pense assim: se o plasma fica mais “concentrado”, o cérebro percebe e manda o rim segurar água em vez de deixar tudo ir embora na urina. Esse controle é feito principalmente pelos osmorreceptores do hipotálamo, que estimulam a liberação de vasopressina pela neuro-hipófise. Em valores fisiológicos, a secreção de vasopressina começa a aumentar quando a osmolaridade plasmática ultrapassa cerca de 280 mOsm/kg. A partir daí, quanto maior a osmolaridade, maior tende a ser a liberação do hormônio. Por isso, a banca costuma cobrar esse número como ponto de gatilho clássico. O gabarito é a letra D, porque 280 mOsm/kg é o valor de referência mais aceito para o início do estímulo osmótico da vasopressina. A lógica é simples: acima desse limiar, o organismo entende que falta água relativa no meio interno e aciona o ADH para reduzir a diurese e concentrar a urina. Se quiser fixar, guarde a ideia-chave: osmolaridade subindo, ADH entrando em cena. É um daqueles mecanismos de homeostase bem elegantes, daqueles que o corpo faz sem pedir licença e que a prova adora transformar em número exato.