O diagnóstico de Rinossinusite Aguda de etiologia bacteriana é sugerido pela presença de, pelo menos, três dos seguintes critérios, EXCETO por:
- A)Secreção com predominância unilateral.
Correta, porque secreção com predominância unilateral é um achado que sugere rinossinusite bacteriana.
- B)Dor intensa localizada.
Correta, porque dor intensa e bem localizada é um critério clínico que aponta para quadro bacteriano.
- C)Anosmia.
Errada, porque anosmia pode ocorrer em rinossinusite, mas não é um dos critérios clássicos de suspeita de etiologia bacteriana nesta lista.
- D)Febre maior que 38ºC.
Correta, porque febre acima de 38 °C reforça a hipótese de infecção bacteriana.
- E)Elevação de VHS ou PCR.
Correta, porque VHS ou PCR elevados são marcadores inflamatórios que apoiam a suspeita de bacteriana.
Gabarito: C
Na rinossinusite aguda bacteriana, o diagnóstico é sugerido quando o quadro reúne sinais de inflamação mais “pesados”, como secreção unilateral, dor facial intensa e localizada, febre acima de 38 °C e marcadores inflamatórios elevados, como VHS ou PCR. A lógica aqui é pensar em um quadro mais compatível com infecção bacteriana do que com simples resfriado viral, que costuma ser mais leve e autolimitado. O ponto central é que a banca pede os critérios que ajudam a suspeitar de etiologia bacteriana, e não os sintomas gerais de rinossinusite. Por isso, a alternativa com anosmia destoa: perda de olfato pode aparecer em rinossinusites, mas não é um dos critérios clássicos de suspeita de bactéria nessa formulação da questão. Então, se você enxergar secreção unilateral, dor intensa localizada, febre alta e exame inflamatório elevado, acende a luz amarela para bacteriana. Já a anosmia fica mais como sintoma associado de obstrução/inflamação nasal, sem o mesmo peso diagnóstico exigido aqui.