Para cirurgia conservadora no câncer de mama, a margem mínima livre de doença é
- A)0,5 centímetro.
Errada, porque 0,5 cm equivale a 5 mm, uma margem maior do que a mínima cobrada na questão.
- B)1 centímetro.
Errada, pois 1 cm é uma margem ampla demais para o conceito de margem mínima livre de doença.
- C)1,5 centímetro.
Errada, porque 1,5 cm é ainda mais excessiva e não corresponde ao padrão mínimo perguntado.
- D)0,1 centímetro.
Certa, pois 0,1 cm corresponde a 1 mm, que é a margem mínima livre de doença cobrada.
Gabarito: D
Na cirurgia conservadora do câncer de mama, o objetivo não é retirar uma faixa gigantesca de tecido, e sim eliminar o tumor com segurança oncológica e boa preservação estética. Por isso, o que importa é a margem cirúrgica estar livre de doença, e não uma margem “folgada” em centímetros como muita gente imagina de primeira. Em geral, a literatura aceita como adequada uma margem mínima negativa, e aqui a questão cobra esse conceito de forma bem literal. A alternativa correta é a D, porque 0,1 centímetro equivale a 1 milímetro, que é a menor margem livre de doença indicada no enunciado. Em prova, esse tipo de cobrança costuma mirar justamente a equivalência entre unidades: 0,1 cm não parece muito, mas é o mesmo que 1 mm, o que muda tudo na hora de marcar o gabarito. Vale lembrar que, em oncologia mamária, o raciocínio moderno privilegia margem livre de tumor, associada à radioterapia quando indicada, em vez de exigir margens amplas de rotina. Isso ajuda a evitar cirurgia desnecessariamente mutiladora sem perder controle local da doença. Então, se a questão fala em margem mínima livre de doença para cirurgia conservadora, pense em uma margem bem pequena, em milímetros, e não em centímetros inteiros. É uma daquelas pegadinhas clássicas em que a banca testa sua atenção para a unidade de medida, mais do que sua memória de anatomia.