São, respectivamente, testes para avaliação de epicondilite lateral e tendinopatia do músculo subescapular:
- A)Cozen e Mill;
Errada, porque Cozen é teste de epicondilite lateral, mas Mill também é da epicondilite lateral, não do subescapular.
- B)Phalen e Cozen;
Errada, porque Phalen é teste de síndrome do túnel do carpo, e Cozen é de epicondilite lateral.
- C)Cozen e Gerber;
Certa, pois Cozen avalia epicondilite lateral e Gerber avalia o subescapular.
- D)Maudsley e Jobe;
Errada, porque Maudsley é usado para epicondilite lateral e Jobe avalia principalmente o supraespinal.
- E)Mill e Youcum.
Errada, porque Mill é teste de epicondilite lateral e Youcum não é o teste clássico do subescapular.
Gabarito: C
Na ortopedia, alguns testes clínicos viram quase uma senha para localizar a lesão. Na epicondilite lateral, o quadro clássico é dor na origem dos extensores do antebraço, especialmente ao fazer extensão resistida do punho e do dedo médio. Entre os testes mais cobrados estão Cozen, Mill e Maudsley, todos usados para provocar a dor lateral do cotovelo. Já para o músculo subescapular, o teste mais lembrado é o de Gerber, também chamado de lift-off test. Ele avalia a capacidade de o paciente afastar a mão das costas contra resistência, o que exige boa função do subescapular. Se houver fraqueza ou dor, você pensa em tendinopatia ou ruptura desse tendão. Por isso o gabarito é a letra C: Cozen para epicondilite lateral e Gerber para tendinopatia do subescapular. A banca gosta de misturar nomes parecidos para ver se você sabe associar o teste ao músculo ou ao tendão certo, e não apenas reconhecer palavras soltas. Resumo de prova: Cozen, Mill e Maudsley apontam para epicondilite lateral; Gerber aponta para subescapular. Se aparecer Jobe, pense mais em supraespinal, e não em subescapular.