A gravidez ectópica tubária mais comum é a
- A)ístmica.
Errada: a porção ístmica pode receber implante ectópico, mas não é a localização tubária mais frequente.
- B)fimbriária.
Errada: a região fimbriária é possível, porém é menos comum do que a ampular.
- C)ampular.
Certa: a porção ampular da tuba uterina é o local mais comum de gravidez ectópica tubária.
- D)intersticial.
Errada: a gravidez intersticial é rara e costuma ser mais grave, mas não é a forma tubária mais frequente.
- E)cervical.
Errada: a gestação cervical existe, porém não é tubária e sim uma ectopia fora da tuba uterina.
Gabarito: C
A gravidez ectópica tubária é aquela em que o embrião se implanta na trompa de Falópio, e o local mais comum dessa implantação é a porção ampular. Isso acontece porque a ampola é a parte mais ampla da tuba e também onde, em geral, o encontro entre óvulo e espermatozoide ocorre com mais frequência. Na prática, ela acaba sendo o “ponto de parada” mais comum da viagem reprodutiva que deu errado. Na classificação clássica das gestações ectópicas tubárias, a distribuição mais lembrada é: ampular como a mais frequente, seguida da ístmica, da fimbriária e da intersticial. A intersticial, aliás, é mais rara e costuma preocupar mais por poder sangrar bastante, já que fica na porção que atravessa a parede uterina. Por isso, a alternativa C está correta: a gravidez ectópica tubária mais comum é a ampular. Em prova, se a banca quiser testar sua memória, quase sempre ela troca ampular por ístmica ou intersticial para ver se você escorrega na anatomia fina da tuba. Resumo de bolso: se a pergunta for “qual é a mais comum?”, pense primeiro na ampola. É o clássico da Gineco e Obstetrícia em concursos e costuma aparecer com essa pegadinha bem básica.