Os tumores de ovário mais comuns são os
- A)carcinomas mucinosos.
Errada, porque carcinoma mucinoso é apenas um subtipo de tumor epitelial e não a categoria mais comum como um todo.
- B)tumores borderline.
Errada, porque tumor borderline é uma categoria específica de comportamento intermediário, não o grupo mais frequente de tumores ovarianos.
- C)carcinomas de células claras.
Errada, porque carcinoma de células claras é um subtipo epitelial menos frequente e não representa a classe mais comum.
- D)tumores epiteliais.
Certa, porque os tumores epiteliais são os mais comuns entre os tumores de ovário.
- E)carcinossarcomas.
Errada, porque carcinossarcoma é uma neoplasia rara e não ocupa o primeiro lugar em frequência.
Gabarito: D
Quando se fala em tumor de ovário, o grupo que mais aparece na prática e nas provas são os tumores epiteliais. Eles correspondem à maior parte das neoplasias ovarianas, especialmente nas mulheres adultas, e incluem subtipos como seroso, mucinoso, endometrioide, células claras e tumor de Brenner. Ou seja: se a questão pergunta pelo tipo mais comum, a primeira ideia costuma ser epitelial. Os tumores epiteliais são aqueles que surgem do epitélio de superfície do ovário ou de estruturas relacionadas. Dentro desse grupo há variantes benignas, borderline e malignas, mas a categoria como um todo é a mais frequente. É por isso que o gabarito aponta a alternativa D: ela nomeia o grupo histológico mais comum, e não um subtipo específico ou uma forma rara. As outras opções tentam te puxar para exemplos que existem, mas são mais específicos ou menos frequentes. Carcinoma mucinoso e carcinoma de células claras são apenas subtipos de tumor epitelial, enquanto tumor borderline é uma categoria intermediária, não a resposta mais ampla da pergunta. Carcinossarcoma, então, é bem mais raro e não entra na cabeça da lista de frequência. Em prova, vale guardar a lógica simples: a classificação mais comum dos tumores de ovário é a epitelial. Se a banca quer o gênero, você não deve cair na tentação de marcar o exemplo isolado. Aqui, a FGV cobra justamente essa visão geral, bem clássica de ginecologia.