A classificação clínica de aumento moderado mamário, com pequena redundância de pele em ginecomastia, se insere no grau
- A)I.
Errada, porque o grau I corresponde a aumento discreto, sem a característica de aumento moderado e sem redundância cutânea.
- B)IA.
Errada, porque o grau IA indica aumento moderado sem excesso de pele, e aqui já foi descrita pequena redundância cutânea.
- C)IIA.
Errada, porque IIA é aumento moderado sem redundância de pele, o que não bate com o enunciado.
- D)II.
Errada, porque o grau II isolado é genérico e não traduz a subdivisão clínica pedida pela presença de pequena redundância de pele.
- E)IIB.
Certa, porque a descrição de aumento moderado mamário com pequena redundância de pele corresponde ao grau IIb da classificação clínica da ginecomastia.
Gabarito: E
A classificação clínica da ginecomastia mais usada separa o quadro em graus conforme o volume mamário e a presença de excesso de pele. A lógica é simples: quanto maior o aumento da mama e quanto mais sobra de pele, maior o grau. É quase uma régua de marcenaria aplicada ao tórax, só que com muito mais utilidade clínica. No grau I, a ginecomastia é pequena, sem excesso de pele. No grau II, o aumento é moderado, e ele se divide em IIa, quando não há redundância de pele, e IIb, quando já existe pequena redundância cutânea. Esse detalhe da pele é justamente o que costuma derrubar muita gente na prova. Por isso, quando o enunciado fala em aumento moderado mamário com pequena redundância de pele, ele está descrevendo ginecomastia grau IIb. A banca costuma cobrar esse refinamento da classificação de forma literal, então vale decorar o casamento entre volume e pele. Em resumo: moderada + pequena sobra de pele = grau IIb. Se você lembrar disso, não cai na pegadinha da banca.