As subluxações em nível da coluna cervical, que ocorrem em pacientes portadores de artrite reumatoide, ocorre principalmente no nível
- A)Occipto / C1.
Está errada, porque a junção occipito-C1 não é o local mais clássico de subluxação na artrite reumatoide.
- B)C1 / C2.
Está certa, pois a subluxação atlantoaxial em C1-C2 é a mais comum na artrite reumatoide.
- C)C2 / C3.
Está errada, porque C2-C3 não é o nível principal de instabilidade cervical relacionado à artrite reumatoide.
- D)C3 / C4.
Está errada, já que C3-C4 não é o ponto típico de subluxação nessa doença.
- E)C4 / C5.
Está errada, porque C4-C5 não é a articulação cervical mais frequentemente acometida na artrite reumatoide.
Gabarito: B
Na artrite reumatoide, a coluna cervical pode sofrer instabilidade por inflamação crônica das articulações e ligamentos, levando a subluxações. A mais clássica, cobrada em prova, é a subluxação atlantoaxial, entre C1 e C2, porque a doença enfraquece principalmente o ligamento transverso do atlas e compromete a estabilidade dessa região. É aquele ponto da cervical que “balança” mais fácil quando a doença está ativa por tempo prolongado. Na prática, isso importa porque a subluxação C1-C2 pode causar dor cervical, limitação de movimento e, nos casos mais graves, compressão medular. Por isso, em pacientes com artrite reumatoide e sintomas cervicais, a avaliação dessa articulação é sempre lembrada. A banca adora esse detalhe anatômico porque ele mistura reumato com ortopedia e um pouco de armadilha fina. O gabarito B está correto justamente porque a subluxação cervical mais típica da artrite reumatoide ocorre no nível atlantoaxial, ou seja, entre C1 e C2. Essa é a localização mais frequentemente associada à instabilidade cervical nessa doença, muito mais do que os níveis subaxiais inferiores.