A análise de um cálculo urinário retirado cirurgicamente mostra que ele é constituído de fosfato amoníaco-magnesiano. O nome mineral desse cálculo é
- A)estruvita.
Correta: fosfato amoníaco-magnesiano é o nome químico da estruvita.
- B)vevelita.
Errada: vevelita é um nome associado a oxalato de cálcio monohidratado, não a fosfato amoníaco-magnesiano.
- C)vedelita.
Errada: vedelita corresponde a oxalato de cálcio di-hidratado, não ao cálculo descrito.
- D)bruxita.
Errada: bruxita é outra forma/cristal relacionada a sais de cálcio, e não a fosfato amoníaco-magnesiano.
- E)whitlockite.
Errada: whitlockite é um fosfato de cálcio, não o nome mineral do cálculo de estruvita.
Gabarito: A
Quando a banca fala em cálculo urinário formado por fosfato amoníaco-magnesiano, ela está descrevendo a chamada estruvita. Esse é o nome mineral clássico desse tipo de cálculo, muito associado a infecção urinária por bactérias produtoras de urease, que alcalinizam a urina e facilitam a precipitação dos sais. Em outras palavras: a urina fica um terreno bem convidativo para o cálculo crescer sem cerimônia. A estruvita costuma aparecer em cálculos de infecção, especialmente quando há ambiente urinário mais alcalino. Por isso, em provas, sempre vale associar o nome químico ao nome mineral: fosfato amoníaco-magnesiano = estruvita. É uma daquelas equivalências que a banca adora cobrar como sinônimo técnico. As demais alternativas trazem outros tipos de cristais/cálculos urinários, ligados a composições diferentes, então não servem para esse enunciado. O ponto principal aqui é reconhecer a nomenclatura: se o texto diz exatamente fosfato amoníaco-magnesiano, o nome mineral correspondente é estruvita, sem mistério.