Assinale a opção que indica as vacinas que foram acrescidas anualmente pelo Ministério da Saúde às crianças diabéticas Tipo 1, de acordo com a literatura.
- A)Pneumocócica 23 e anti-influenza.
Correta, porque pneumocócica 23-valente e anti-influenza são as vacinas classicamente acrescidas para crianças com diabetes tipo 1.
- B)Anti-influenza e HPV.
Errada, porque a vacina contra HPV não é a combinação citada na literatura como acrescida especificamente pelo diabetes tipo 1.
- C)Anti-meningócica e febre amarela.
Errada, porque anti-meningocócica e febre amarela não formam o par clássico indicado para acréscimo por diabetes tipo 1.
- D)Anti-meningocócica e dengue.
Errada, porque a anti-meningocócica e a dengue não são as vacinas de referência para esse reforço vacinal no diabetes tipo 1.
- E)Febre amarela e Dengue.
Errada, porque febre amarela e dengue não correspondem ao esquema acrescido descrito para crianças diabéticas tipo 1.
Gabarito: A
Na criança com diabetes tipo 1, a ideia é simples: além do calendário básico, algumas vacinas entram como reforço de proteção porque a infecção pode descompensar muito o controle glicêmico. A literatura e as recomendações do Ministério da Saúde citam, de forma clássica, a vacina pneumocócica 23-valente e a vacina contra influenza como medidas acrescidas no seguimento anual dessas crianças. Ou seja, não é vacina “de enfeite”, é para reduzir risco de complicações respiratórias e internações. A pneumocócica 23-valente amplia a cobertura contra sorotipos de Streptococcus pneumoniae em uma população mais vulnerável. Já a anti-influenza deve ser atualizada anualmente, porque o vírus da gripe muda com frequência e a proteção precisa acompanhar essas variações. Em prova, quando aparece “criança diabética tipo 1” e a pergunta fala em vacinas acrescidas, pense primeiro nesse duo clássico: pneumococo e influenza. O gabarito A está correto justamente por trazer as duas vacinas associadas à proteção adicional no diabetes tipo 1. As demais alternativas misturam vacinas que não são indicadas especificamente por esse motivo ou que dependem de critérios bem diferentes, como faixa etária, situação epidemiológica ou risco individual. A banca gosta de trocar vacina respiratória por vacinas de outra lógica de indicação, então vale ficar atento.