Em pacientes com diagnóstico de síndrome das pernas inquietas é recomendado investigar a carência de
- A)sódio.
Errada, porque carência de sódio não é a investigação clássica na síndrome das pernas inquietas.
- B)cromo.
Errada, pois cromo não tem relação habitual com a investigação dessa síndrome.
- C)cádmio.
Errada, já que cádmio não é deficiência buscada nesse quadro e nem faz parte da avaliação padrão.
- D)manganês.
Errada, porque manganês não é a carência recomendada para investigação na síndrome das pernas inquietas.
- E)ferro.
Certa, pois deve-se investigar deficiência de ferro, que é fortemente associada à síndrome das pernas inquietas.
Gabarito: E
A síndrome das pernas inquietas é aquela situação chata em que a pessoa sente um desconforto nas pernas e uma vontade irresistível de mexê-las, sobretudo no repouso e à noite. Na prática de prova, a primeira associação que você deve lembrar é: investigar deficiência de ferro. Isso porque a falta de ferro está ligada à fisiopatologia da síndrome, especialmente por interferir no metabolismo dopaminérgico e no funcionamento do sistema nervoso central. Por isso, quando o enunciado pergunta qual carência deve ser investigada, o caminho é direto: ferro. Não é um detalhe aleatório de laboratório, mas uma investigação clássica e muito cobrada. Se houver ferritina baixa, isso reforça a hipótese e pode orientar o tratamento, que costuma melhorar bastante os sintomas. As outras opções parecem jogadas para confundir, mas não fazem parte da investigação habitual da síndrome das pernas inquietas. Em prova, é um tema que gosta de trocar o elemento essencial por minerais ou substâncias com nome parecido, só para testar se você está lembrando do que realmente importa. Resumo para guardar: síndrome das pernas inquietas = pensar em deficiência de ferro. Esse é o ponto central que justifica o gabarito.