A exposição à radiação está presente no cotidiano da Cirurgia Vascular. O cuidado do cirurgião vascular com a sua proteção é de suma importância. Dos órgãos abaixo, assinale o mais sensível à radiação.
- A)Pele.
Errada: a pele sofre efeitos da radiação, mas não é o tecido mais sensível entre as alternativas.
- B)Tireoide.
Errada: a tireoide é radiossensível, porém menos que a medula óssea na comparação cobrada.
- C)Cólon.
Errada: o cólon pode ser atingido por radiação, mas não é o órgão mais sensível da lista.
- D)Medula óssea.
Certa: a medula óssea é altamente radiossensível por ter células em divisão constante e alta renovação.
- E)Mama.
Errada: a mama é um tecido que pode ser afetado por radiação, mas não lidera a sensibilidade entre as opções.
Gabarito: D
Quando falamos em exposição à radiação na cirurgia vascular, o cuidado não é só com o paciente: o profissional também recebe dose acumulada ao longo da rotina. E, entre os tecidos do corpo, alguns são mais frágeis do que outros diante da radiação ionizante. A sensibilidade depende, em grande parte, da velocidade de divisão celular e do grau de renovação do tecido. Por isso, tecidos com alta atividade proliferativa costumam sofrer mais. A medula óssea é um dos campeões de radiossensibilidade, porque produz continuamente células sanguíneas e tem células em divisão constante. Em provas, isso aparece como uma lógica clássica: quanto mais rápido o tecido se renova, maior a chance de dano pela radiação. A pele, a tireoide, o cólon e a mama também podem ser afetados pela radiação, mas não são os mais sensíveis na comparação direta cobrada na questão. A medula óssea costuma ser a resposta quando a banca pergunta pelo órgão mais sensível à radiação entre alternativas comuns de anatomia e clínica. Então, o gabarito D está correto porque a medula óssea é o tecido mais radiossensível entre as opções, justamente por sua intensa atividade mitótica. Em termos práticos, isso explica por que a proteção radiológica é tão importante na rotina da cirurgia vascular.