Criança com fístula branquial do 2º arco pode ter comunicação com
- A)o ouvido interno.
Errada: o ouvido interno não é o local de comunicação típico de fístula do 2º arco branquial.
- B)o ouvido externo.
Errada: o ouvido externo não corresponde ao trajeto clássico dessa malformação.
- C)o pilar amigdaliano.
Certa: a fístula do 2º arco branquial comunica-se com a região tonsilar, próxima ao pilar amigdaliano.
- D)a base da língua.
Errada: a base da língua se relaciona mais com outras alterações do desenvolvimento embrionário, não com o 2º arco.
- E)a fúrcula esternal.
Errada: a fúrcula esternal é mais lembrada em lesões de linha média do pescoço, não na fístula do 2º arco.
Gabarito: C
As fístulas branquiais são restos embrionários que aparecem quando a regressão das estruturas da faringe não ocorre como deveria. Na prática, a de 2º arco branquial é a mais comum e costuma se abrir no pescoço, em geral na borda anterior do músculo esternocleidomastoideo. O detalhe que a banca adora cobrar é o destino interno do trajeto: ele vai em direção à região tonsilar da faringe. Por isso, quando a questão fala em comunicação de uma fístula branquial do 2º arco, você deve lembrar da fossa/pilar amigdaliano, que é a região da amígdala palatina. É o clássico trajeto que passa entre as carótidas e termina perto da tonsila. Em prova, isso costuma aparecer como “região tonsilar” ou termo equivalente. As alternativas com ouvido ou base da língua misturam embriologia de outros arcos e outras alterações congênitas. Já a fúrcula esternal lembra mais cistos e fístulas de linha média do pescoço, não o padrão típico do 2º arco. Ou seja: aqui a pista é embriologia do arco branquial e anatomia da região tonsilar, sem drama e sem armadilha se você lembrar do mapa mental certo.