A forma mais frequente de tuberculose extrapulmonar em pacientes imunocompetentes é a
- A)pleural.
Correta: a tuberculose pleural é a forma extrapulmonar mais frequente em pacientes imunocompetentes.
- B)renal.
Errada: a tuberculose renal pode ocorrer, mas é bem menos comum que a pleural.
- C)ocular.
Errada: o acometimento ocular por tuberculose é possível, porém não é a apresentação extrapulmonar mais frequente.
- D)ganglionar.
Errada: a forma ganglionar é frequente em alguns contextos, mas não supera a pleural nos imunocompetentes.
- E)hepática.
Errada: a tuberculose hepática é incomum e costuma aparecer em situações disseminadas, não sendo a mais frequente.
Gabarito: A
A tuberculose extrapulmonar pode aparecer em vários órgãos, mas, em pacientes imunocompetentes, a forma mais comum é a pleural. Isso costuma ocorrer porque o bacilo pode atingir a pleura por extensão de um foco pulmonar subjacente ou por reação de hipersensibilidade, gerando derrame pleural, dor torácica e, às vezes, febre e tosse seca. É uma apresentação clássica e bastante cobrada em prova, justamente porque foge da imagem “só no pulmão”. A ideia principal aqui é simples: entre as manifestações fora do parênquima pulmonar, o comprometimento pleural é o mais frequente nos imunocompetentes. Já formas como ganglionar, renal, ocular e hepática também existem, mas aparecem com menor frequência ou em contextos clínicos mais específicos. Então, quando a banca pergunta a forma mais frequente de tuberculose extrapulmonar em paciente imunocompetente, pense em pleura. É um daqueles itens em que a prova quer ver se você conhece a distribuição clássica das apresentações da tuberculose, não apenas a doença “de livro” no pulmão. Por isso, o gabarito A está correto. Em termos práticos de concurso, pleural é a resposta esperada como a manifestação extrapulmonar mais comum nesse grupo.