O “Sinal branco de Steel” pode ser observado na epifisiólise proximal do fêmur. Esse sinal é
- A)uma área em forma de crescente e densidade diminuída, que frequentemente pode ser identificada na porção mais proximal da cabeça do fêmur.
Errada: o sinal de Steel não é de densidade diminuída e não é descrito na porção mais proximal da cabeça do fêmur.
- B)uma área em forma de crescente e densidade aumentada, que frequentemente pode ser identificada na porção proximal do colo do fêmur.
Certa: descreve o sinal branco de Steel como uma área em crescente de densidade aumentada na porção proximal do colo femoral.
- C)uma área em forma de crescente e densidade diminuída que frequentemente pode ser identificada na porção mais proximal do colo do fêmur.
Errada: embora mantenha a forma em crescente, erra ao dizer que a densidade é diminuída, e o local descrito também não é o clássico.
- D)uma área em forma de crescente e densidade aumentada que frequentemente pode ser identificada na porção proximal da cabeça do fêmur.
Errada: a densidade até está correta, mas a localização na cabeça do fêmur não corresponde ao sinal de Steel.
- E)devido ao alargamento da fisis, que pode ser visível na radiografia em AP do quadril.
Errada: alargamento da fise é achado radiográfico de epifisiólise, mas não define o sinal branco de Steel.
Gabarito: B
A epifisiólise proximal do fêmur, também chamada de deslizamento epifisário proximal, costuma aparecer em adolescentes e pode dar dor no quadril ou até no joelho, o que confunde bastante. Na radiografia, o colo e a cabeça femoral perdem o alinhamento normal, e alguns sinais ajudam no diagnóstico, como o "sinal de Steel". O "sinal branco de Steel" é justamente uma área em forma de crescente com densidade aumentada, visível na porção proximal do colo do fêmur. Esse aspecto acontece porque a epífise desliza e altera a superposição das estruturas ósseas na imagem, criando essa linha/esmalte branco mais denso. Por isso, a letra B está correta: ela descreve a área em crescente, com densidade aumentada, no local típico do colo femoral proximal. Repare que o truque da questão é trocar "aumentada" por "diminuída" ou jogar o achado para a cabeça femoral, que não é o ponto clássico do sinal. Na prática, em ortopedia, esse tipo de detalhe radiológico cobra exatamente isso: localizar bem o sinal e lembrar da densidade correta. É uma questão clássica de imagem com cara de pegadinha elegante.