O escore ABCD 2 é usado para definir o grau de risco de acidente vascular isquêmico (AVCi), principalmente durante os primeiros sete dias após um ataque transitório isquêmico. Um indivíduo que apresente um escore igual à 5 apresenta risco de AVCi
- A)ausente.
Incorreta, porque 5 pontos não corresponde a risco ausente, já que o ABCD2 serve justamente para estratificar risco pós-AIT.
- B)baixo.
Incorreta, porque 5 pontos ultrapassa a faixa de baixo risco, que costuma ser de 0 a 3.
- C)limitado.
Incorreta, porque o termo limitado não é a classificação usada no ABCD2 para risco de AVCi.
- D)moderado.
Correta, porque a pontuação 5 se enquadra na faixa de risco moderado no ABCD2.
- E)alto.
Incorreta, porque alto risco geralmente fica para escores de 6 a 7, não para 5 pontos.
Gabarito: D
O escore ABCD2 é uma ferramenta simples para estimar o risco precoce de AVC isquêmico depois de um ataque isquêmico transitório. Ele considera idade, pressão arterial, clínica do episódio, duração dos sintomas e presença de diabetes. Cada item soma pontos, e o total ajuda a separar quem precisa de avaliação e conduta mais urgente. Na classificação mais cobrada em prova, o risco costuma ser dividido assim: 0 a 3 pontos = baixo, 4 a 5 pontos = moderado, e 6 a 7 pontos = alto. Então, quando o paciente faz 5 pontos, ele entra na faixa de risco moderado. É aquela pergunta clássica que a banca gosta de transformar em armadilha de memorização. Isso importa porque o risco de AVCi é maior nos primeiros dias após o AIT, especialmente na primeira semana. Por isso, um ABCD2 mais alto não é só número bonito na folha: ele sinaliza necessidade de investigação e manejo mais rápidos. Em resumo, 5 pontos não é baixo nem alto, é moderado.