A amostra de sangue para dosagem de alumínio deve ser coletada em
- A)tubo de soro com gel ativador de coágulo.
Errada: tubo de soro com gel ativador de coágulo pode interferir por contaminação e não é o padrão para dosagem de alumínio.
- B)tubo de EDTA.
Errada: EDTA não é o anticoagulante indicado para essa dosagem e pode comprometer a análise de metais.
- C)tubo de citrato.
Errada: citrato também não é o tubo recomendado, pois a escolha do tubo deve minimizar contaminação por metais.
- D)tubo de vidro.
Errada: tubo de vidro pode aumentar o risco de contaminação da amostra e não é a melhor opção para esse exame.
- E)tubo de heparina livre de metais.
Certa: a coleta deve ser feita em tubo de heparina livre de metais para evitar contaminação da amostra e assegurar a dosagem.
Gabarito: E
A dosagem de alumínio no sangue é uma análise muito sensível à contaminação da amostra. Como o alumínio pode aparecer em quantidades mínimas, qualquer contato com materiais que liberem traços metálicos pode estragar o resultado, deixando a medida artificialmente alta ou até inutilizável. Por isso, a coleta precisa ser feita em tubo com heparina livre de metais, que reduz o risco de interferência por contaminação externa. Esse cuidado é clássico em exames de oligoelementos e metais pesados: o problema não é só a técnica do laboratório, mas também tudo o que toca a amostra antes da análise. Um tubo comum, com aditivos inadequados, pode trazer o “metal indesejado” para a festa e bagunçar o exame. A alternativa E está correta porque a heparina livre de metais é o anticoagulante indicado para preservar a amostra sem adicionar alumínio ou outros contaminantes. Em exames de toxicologia e monitorização de metais, a padronização da coleta é parte essencial da qualidade do laudo. Em resumo: quando a questão fala em alumínio, pense em evitar contaminação ao máximo. O exame não quer um sangue qualquer, quer uma amostra “limpa” do ponto de vista metálico.