Os testes de Rinne e Weber avaliam a
- A)audição.
Certa, porque os testes de Rinne e Weber avaliam a audição e ajudam a diferenciar tipos de perda auditiva.
- B)força.
Errada, pois força muscular não é objeto desses testes.
- C)coordenação.
Errada, já que coordenação motora é avaliada por outros exames neurológicos, não por Rinne e Weber.
- D)deglutição.
Errada, porque deglutição é analisada por avaliação da função bulbar e exames específicos, não por esses testes.
- E)fonação.
Errada, pois fonação diz respeito à produção da voz, e esses testes são voltados à avaliação auditiva.
Gabarito: A
Os testes de Rinne e Weber são manobras clássicas da propedêutica otorrinolaringológica para avaliar a audição, especialmente para diferenciar perda auditiva condutiva de neurossensorial. Eles não medem força, coordenação, deglutição ou fonação, e sim como o som é percebido e conduzido pelo ouvido e pelo sistema auditivo. Em prova, sempre vale lembrar: se falaram em Rinne e Weber, pense em audição na hora. O teste de Rinne compara a condução aérea com a condução óssea. Já o teste de Weber usa o diapasão no centro da testa para verificar para qual lado o som lateraliza. Juntos, eles ajudam a localizar o tipo de perda auditiva de forma simples e rápida, como um pequeno "GPS" do som. Por isso, o gabarito é a letra A. A audição é exatamente a função avaliada por esses testes, porque eles analisam a passagem do som e a percepção auditiva do paciente. Em outras palavras: se o enunciado cita Rinne e Weber, ele está falando de ouvido, não de músculos, linguagem ou deglutição.