Sobre os aneurismas periféricos, assinale a opção que indica o de localização mais comum e sua complicação mais comum, respectivamente.
- A)Artéria Femoral Superficial / Rotura.
Errada: o aneurisma femoral superficial não é o mais comum entre os aneurismas periféricos e a rotura também não é a complicação mais típica.
- B)Artéria Subclávia / Trombose.
Errada: aneurisma de subclávia não é o mais frequente e, embora trombose possa ocorrer, não é a associação clássica cobrada aqui.
- C)Artéria Poplítea / Rotura.
Errada: a artéria poplítea é a localização mais comum, mas a complicação mais comum não é rotura, e sim trombose/embolização.
- D)Artéria Poplítea / Trombose.
Certa: o aneurisma periférico mais comum é o da artéria poplítea, e sua complicação mais frequente é a trombose.
- E)Artéria Ulnar / Trombose.
Errada: aneurisma de artéria ulnar não é o mais comum e, além disso, não é a combinação clássica de prova para aneurismas periféricos.
Gabarito: D
Os aneurismas periféricos são dilatações localizadas de artérias fora da aorta, e entre eles o mais comum é o aneurisma de artéria poplítea. Ele aparece com frequência em homens mais velhos e pode estar associado a doença aterosclerótica e a aneurismas em outros territórios, então vale sempre pensar no paciente como um todo, não só na perna que está na sua frente. A complicação mais comum desse aneurisma não é rotura, como muita gente imagina por analogia com a aorta. Na prática, o grande problema é a trombose e a embolização distal, porque a artéria poplítea é um vaso importante para a perfusão do membro inferior e qualquer trombo ali pode comprometer o fluxo rapidamente. Por isso, quando a questão pergunta localização mais comum e complicação mais comum, a combinação clássica é artéria poplítea + trombose. Esse é o motivo de a alternativa D estar correta. A ideia é bem cobrada em provas: aneurisma periférico mais comum costuma ser poplíteo, e sua complicação mais comum é isquemia por trombose/êmbolos, não ruptura. Se você quiser memorizar de forma rápida: aneurisma poplíteo gosta de entupir antes de estourar. Essa é a lógica que salva tempo na prova e evita cair na armadilha da rotura, que é mais lembrada nos aneurismas de aorta.