O tumor benigno intra-orbitário mais comum no adulto é o
- A)cemangioma cavernoso.
Correta: o hemangioma cavernoso é o tumor benigno intra-orbitário mais comum no adulto.
- B)cisto dermoide.
Errada: o cisto dermoide é mais comum em crianças e em regiões periorbitárias, não sendo o principal tumor benigno intra-orbitário do adulto.
- C)glioma do nervo óptico.
Errada: o glioma do nervo óptico ocorre principalmente na infância, muitas vezes associado à neurofibromatose tipo 1.
- D)linfangioma.
Errada: o linfangioma pode ocorrer na órbita, mas é bem menos comum e não é o tumor benigno mais frequente no adulto.
- E)neurinoma.
Errada: o neurinoma não é o tumor benigno intra-orbitário mais comum no adulto e costuma ser cobrado como diagnóstico menos frequente.
Gabarito: A
Quando a FGV pergunta pelo tumor benigno intra-orbitário mais comum no adulto, a resposta clássica é o hemangioma cavernoso. Ele costuma aparecer como uma massa bem delimitada, de crescimento lento e, em geral, causa proptose progressiva, às vezes com visão borrada ou desconforto por efeito de massa. É aquele tipo de lesão que cresce devagar, mas não passa despercebida quando começa a empurrar as estruturas da órbita. O hemangioma cavernoso é o tumor benigno orbitário mais frequente no adulto porque costuma ser uma lesão vascular encapsulada, localizada dentro da órbita e com comportamento indolente. Em provas, a palavra-chave é justamente essa: adulto + benigno + intra-orbitário + mais comum. A banca adora trocar o nome do bicho para ver se você cai no enredo de pular para diagnósticos pediátricos ou congênitos. As outras opções até podem aparecer em orbitopatia, mas mudam o perfil epidemiológico. O cisto dermoide é mais típico da infância, o glioma do nervo óptico aparece mais em crianças e associa-se a algumas síndromes, o linfangioma é mais raro e o neurinoma não é o campeão de frequência nessa faixa etária. Então, para memorizar sem drama: no adulto, o campeão benigno da órbita é o hemangioma cavernoso. Resumo de prova: se o enunciado falar em tumor benigno intra-orbitário mais comum no adulto, pense em lesão vascular, bem circunscrita e de crescimento lento. É a clássica resposta que parece simples, mas a FGV gosta de testar exatamente essa base.