O escore usado com maior frequência para avaliar o nível de consciência é a Escala de Coma de Glasgow. Ela se baseia na observação de três parâmetros:
- A)abertura ocular, resposta motora e resposta verbal;
Correta, porque a Escala de Coma de Glasgow avalia abertura ocular, resposta verbal e resposta motora.
- B)abertura ocular, reflexos profundos e piramidalismo;
Errada, pois reflexos profundos e piramidalismo não fazem parte da Glasgow, que não mede sinais neurológicos motores específicos.
- C)resposta motora, piramidalismo e resposta sensitiva;
Errada, porque piramidalismo e resposta sensitiva não são parâmetros da escala, que foca em abertura ocular, verbal e motora.
- D)resposta motora, presença de reflexos e sensibilidade;
Errada, já que presença de reflexos e sensibilidade não integram a Escala de Coma de Glasgow.
- E)resposta verbal, resposta motora e sensibilidade dolorosa.
Errada, porque sensibilidade dolorosa não substitui a abertura ocular na composição da escala.
Gabarito: A
A Escala de Coma de Glasgow é a forma mais clássica de avaliar o nível de consciência à beira do leito. Ela observa três pilares bem objetivos: abertura ocular, resposta verbal e resposta motora. Em outras palavras, o examinador quer saber se o paciente abre os olhos, como ele responde com palavras e como reage com movimentos. É simples, padronizada e muito útil no pronto atendimento e na neurologia. A lógica da escala é justamente transformar uma avaliação clínica em números, facilitando comunicação e seguimento do paciente. Por isso, o gabarito A está correto: ele traz exatamente os três parâmetros que compõem a escala.