A drenagem linfática da próstata é, principalmente, para os linfonodos obturadores e ilíacos internos. Mais raramente, esta drenagem é para os linfonodos
- A)inguinais profundos.
Errada, porque os linfonodos inguinais profundos não são a via habitual da drenagem prostática.
- B)pré-sacrais.
Certa, porque os linfonodos pré-sacrais podem receber drenagem linfática da próstata de forma menos frequente.
- C)inguinais superficiais.
Errada, pois os linfonodos inguinais superficiais não fazem parte da drenagem linfática típica da próstata.
- D)retroperitoneais.
Errada, porque linfonodos retroperitoneais não são o destino principal nem o mais lembrado para a próstata.
- E)do hilo renal.
Errada, já que os linfonodos do hilo renal estão muito acima da drenagem anatômica esperada para a próstata.
Gabarito: B
A drenagem linfática da próstata segue, na maior parte das vezes, para os linfonodos obturadores e ilíacos internos. Isso é o padrão clássico cobrado em prova e cai bastante porque a banca gosta de misturar trajetos linfáticos pélvicos com cadeias mais distantes. Em anatomia, quando o enunciado diz “mais raramente”, ele está procurando justamente uma via acessória, não o caminho principal. Na próstata, a linfa pode alcançar também os linfonodos pré-sacrais, que ficam na região anterior ao sacro. Essa drenagem é menos comum do que a para os linfonodos obturadores e ilíacos internos, por isso o gabarito é a letra B. É uma daquelas questões em que vale lembrar: o trajeto principal é pélvico profundo, e não segue para cadeias inguinais ou abdominais altas. As alternativas com linfonodos inguinais ou renais tentam te tirar do eixo anatômico da pelve. A próstata não faz drenagem primária para essas cadeias, então, se você pensou nelas, a prova já tinha conseguido te empurrar para fora da área certa. Em resumo: próstata, pelve e linfonodos pélvicos profundos andam juntos; o pré-sacral entra como via menos frequente.