A classificação TIRADS e utilizada na
- A)ultrassonografia da tireoide com Doppler colorido.
Correta, porque o TIRADS é aplicado na ultrassonografia da tireoide para estratificar o risco de nódulos tireoidianos.
- B)tomografia computadorizada da tireoide
Errada, porque tomografia computadorizada não é o exame de referência para a classificação TIRADS.
- C)ultrassonografia do pescoço.
Errada, porque a ultrassonografia do pescoço pode ser ampla, mas o TIRADS é específico para a tireoide.
- D)ultrassonografia das glândulas parótidas.
Errada, porque o sistema TIRADS não é usado para avaliação das glândulas parótidas.
- E)ultrassonografia das glândulas submandibulares.
Errada, porque o TIRADS não se aplica às glândulas submandibulares, e sim à tireoide.
Gabarito: A
O TIRADS vem de Thyroid Imaging Reporting and Data System, ou seja, um sistema de classificação por imagem voltado para nódulos da tireoide. Ele ajuda a estimar o risco de malignidade com base nos achados da ultrassonografia, como composição, ecogenicidade, margens, formato e focos ecogênicos. Na prática, é uma forma organizada de dizer: "esse nódulo parece mais tranquilo" ou "merece mais atenção". Na prova, o ponto-chave é lembrar que o TIRADS é usado na ultrassonografia da tireoide. O Doppler colorido pode complementar a avaliação, mas o método central é o ultrassom tireoidiano. Então, quando a banca fala em TIRADS, pense imediatamente em tireoide e nódulos tireoidianos, não em tomografia nem em glândulas salivares. O gabarito A está correto porque é a única alternativa que aponta para o exame relacionado à tireoide. Mesmo que a redação mencione Doppler colorido, isso não muda o raciocínio principal: o TIRADS pertence ao contexto da ultrassonografia da tireoide. Isso é amplamente aceito na prática radiológica e endocrinológica para estratificação de risco e decisão sobre punção aspirativa. Resumo de bolso: TIRADS = avaliação ultrassonográfica dos nódulos da tireoide. Se aparecer em questão, a chance de a banca estar testando esse vínculo é enorme.