O segmento da artéria cerebral média que se estende da bifurcação terminal da artéria carótida interna até a cissura silviana, é denominado
- A)horizontal.
Correta: é o segmento inicial da artéria cerebral média, que vai da carótida interna até a cissura silviana.
- B)insular.
Errada: o segmento insular fica após a entrada na fissura silviana, ao nível da ínsula, e não no trajeto inicial.
- C)opercular.
Errada: o segmento opercular é mais distal, relacionado à região dos opérculos, não ao trecho descrito.
- D)cortical.
Errada: o segmento cortical corresponde aos ramos que já estão na superfície cerebral, depois do trajeto principal.
- E)subcortical.
Errada: subcortical não é a denominação anatômica clássica desse segmento da artéria cerebral média.
Gabarito: A
A artéria cerebral média, depois de nascer da carótida interna, percorre um trecho inicial chamado segmento horizontal, também conhecido como M1. É exatamente esse o pedaço que vai da bifurcação terminal da carótida interna até a cissura silviana, antes de a artéria entrar na região mais profunda da ínsula e seguir seus outros segmentos. Em anatomia vascular, a banca gosta de cobrar esses nomes como se fossem um mapa de metrô: cada parada tem um nome e uma função bem definida. O segmento horizontal é o primeiro trajeto da artéria cerebral média e corre na base do cérebro, dentro da região lateral da fissura cerebral, até alcançar a cissura silviana. Depois disso, a artéria se distribui em outros segmentos, como o insular, o opercular e o cortical, que correspondem a porções mais distais e ramificadas. Por isso, o gabarito é a letra A. A descrição do enunciado encaixa exatamente no segmento horizontal da artéria cerebral média. Se voce lembrar que o trajeto inicial sai da carótida interna e vai até a entrada na fissura silviana, já mata a questão sem sofrimento. Esse tipo de nomenclatura é padrão da anatomia vascular cerebral e aparece em neurologia e neurocirurgia com frequência. A ideia principal é simples: primeiro vem o trecho inicial, depois os segmentos mais profundos e, por fim, os ramos corticais na superfície do cérebro.