Correlacione o tipo de enxerto às suas respectivas características. 1 - Enxerto de pele espessura parcial fino 2 - Enxerto de pele espessura parcial espesso 3 - Enxerto de pele de espessura total ( ) maior contração tardia do enxerto ( ) falta de integração total com maior risco ( ) reepitelização da área doadora mais lenta ( ) indicado nas reconstruções funcionais, como face e mãos ( ) possibilidade de utilização da área doadora diversas vezes Assinale a opção que apresenta a relação correta, segundo a ordem apresentada.
- A)3, 1, 2, 1 e 3.
Errada: a sequência troca as características dos enxertos, especialmente ao atribuir ao enxerto de espessura total um padrão que não corresponde ao maior risco de integração e ao reepitelização mais lenta da área doadora.
- B)2, 1, 3, 1 e 2.
Errada: mistura o enxerto fino com o espesso e ainda desloca a indicação funcional, que é típica do enxerto de espessura total em face e mãos.
- C)1, 3, 2, 3 e 1.
Certa: o enxerto fino apresenta maior contração tardia e pode ser reutilizado; o espesso tem maior risco de integração inadequada; e o de espessura total é o indicado para reconstruções funcionais, como face e mãos.
- D)2, 1, 2, 1 e 3.
Errada: repete o enxerto fino em pontos que são do espesso e inverte a lógica da área doadora e da indicação funcional.
- E)1, 2, 3, 3 e 1.
Errada: apesar de acertar algumas relações, troca o enxerto espesso com o de espessura total em itens-chave, o que quebra a sequência correta.
Gabarito: C
Enxerto de pele é um clássico de cirurgia geral: quando a banca quer confundir, ela mistura espessura, contração e aspecto da área doadora. A ideia central é simples: quanto mais fino o enxerto, maior a contração tardia e mais fácil ele “pega”; quanto mais espesso, melhor o resultado funcional e estético, mas maior a exigência de vascularização e, portanto, maior o risco de falha de integração. Já o enxerto de espessura total costuma ser o queridinho de áreas nobres, porque contrai menos e entrega um acabamento melhor.