No Brasil, a terapia antirretroviral inicial preferencial em adultos que não apresentem tuberculose ou sejam gestantes deve ser:
- A)abacavir e lamivudina;
Errada, porque abacavir e lamivudina não correspondem ao esquema inicial preferencial isoladamente, faltando a terceira droga recomendada para terapia inicial completa.
- B)zidovudina e lamivudina;
Errada, porque zidovudina e lamivudina não são o esquema preferencial inicial atual para adultos sem gestação ou tuberculose.
- C)lamivudina, tenofovir e efavirenz;
Errada, porque, embora contenha duas drogas de base corretas, o efavirenz não é a terceira droga preferencial na recomendação atual.
- D)tenofovir, lamivudina e raltegravir;
Errada, porque raltegravir não é o terceiro agente preferencial do esquema inicial rotineiro no Brasil para esse perfil de paciente.
- E)lamivudina, tenofovir e dolutegravir.
Certa, porque o esquema preferencial inicial em adultos sem tuberculose e sem gestação é tenofovir + lamivudina + dolutegravir, conforme diretrizes do Ministério da Saúde.
Gabarito: E
Por que não as outras? Porque abacavir e zidovudina aparecem em situações selecionadas, e efavirenz/raltegravir já perderam espaço como primeira escolha rotineira para o adulto sem comorbidades especiais. Então, se a prova pergunta a terapia inicial preferencial e não traz tuberculose nem gestação, pense no trio moderno e mais usado nas diretrizes atuais. Aqui, a banca quer ver se você sabe que o tratamento inicial mudou de perfil e que o dolutegravir virou o queridinho do protocolo.