Os aneurismas das artérias viscerais são raros, porém cada vez mais identificados com a evolução e com a disponibilidade dos exames radiológicos e ultrassonográficos. Dentre os aneurismas viscerais, o mais comum é o localizado na artéria
- A)mesentérica superior.
Errada: a artéria mesentérica superior pode apresentar aneurisma, mas não é a localização mais comum entre os aneurismas viscerais.
- B)mesenterica inferior.
Errada: a artéria mesentérica inferior é uma causa bem menos frequente de aneurisma visceral.
- C)gástrica.
Errada: aneurisma da artéria gástrica existe, porém é raro e não é o mais prevalente do grupo.
- D)hepática.
Errada: a artéria hepática pode ser acometida, mas fica atrás da esplênica em frequência.
- E)esplênica.
Certa: o aneurisma da artéria esplênica é o aneurisma visceral mais comum.
Gabarito: E
Os aneurismas das artérias viscerais são raros, mas aparecem cada vez mais porque os exames de imagem estão olhando com muito mais atenção para o abdome. Na prática, isso faz com que lesões que antes passavam batidas hoje sejam encontradas com mais frequência, muitas vezes sem sintomas. Entre esses aneurismas, o mais comum é o da artéria esplênica. Isso cai muito em prova porque a banca gosta de trocar o vaso mais lembrado pelo vaso mais cobrado. A esplênica é um território clássico de aneurisma visceral, especialmente em mulheres, gestantes e em situações de hipertensão portal. O raciocínio é simples: quando a questão pergunta o aneurisma visceral mais frequente, pense primeiro em artéria esplênica. As demais artérias viscerais também podem ser acometidas, mas com bem menos frequência. Aqui, portanto, o gabarito é a alternativa E. Em resumo, a mensagem para a prova é: aneurisma visceral mais comum = artéria esplênica. Se aparecer imagem, clínica ou associação com portal hipertensão, isso pode até reforçar o tema, mas o ponto central da questão é a epidemiologia do vaso acometido.