Para os processos de planejamento estratégico institucional em Saúde, devem ser considerados como imprescindíveis os seguintes momentos:
- A)situacional, programático e avaliativo.
Errada, porque 'situacional, programático e avaliativo' não corresponde aos momentos clássicos do planejamento estratégico situacional.
- B)situacional e regulatório.
Errada, pois mistura termos genéricos e não apresenta a sequência doutrinária usada no planejamento em saúde.
- C)programático, regulatório e executivo.
Errada, porque 'programático, regulatório e executivo' não é a estrutura dos momentos do planejamento estratégico institucional.
- D)normativo, estratégico, avaliativo e prospectivo.
Errada, já que 'normativo, estratégico, avaliativo e prospectivo' não traz o momento explicativo nem o tático-operacional.
- E)explicativo, normativo, estratégico e tático-operacional.
Certa, porque reúne os quatro momentos clássicos do planejamento estratégico situacional: explicativo, normativo, estratégico e tático-operacional.
Gabarito: E
No planejamento estratégico institucional em Saúde, a ideia é olhar a realidade, entender os problemas e depois transformar isso em ação concreta. Por isso, a doutrina do planejamento estratégico situacional costuma dividir o processo em momentos: explicativo, normativo, estratégico e tático-operacional. Em outras palavras: primeiro você entende o que está acontecendo, depois define o que deseja, em seguida escolhe o melhor caminho possível e, por fim, coloca a mão na massa. O momento explicativo serve para analisar a situação-problema e suas causas. O normativo define os objetivos e a situação desejada. O estratégico avalia viabilidade, conflitos e alternativas para sair do papel. Já o tático-operacional desce para o nível da execução, com ações, responsabilidades, prazos e acompanhamento. É exatamente por isso que a letra E está correta: ela traz a sequência clássica do planejamento estratégico situacional, muito cobrada em saúde coletiva e gestão do SUS. O foco não é só “planejar por planejar”, mas ligar diagnóstico, decisão, estratégia e execução de forma encadeada. As demais alternativas misturam etapas que não correspondem a essa lógica clássica. Em prova, a banca adora trocar o nome dos momentos para ver se você reconhece o esqueleto da teoria, sem cair no improviso.