Relacione adequadamente as patologias aos achados clínico-radiológicos. 1. Doença de Panner. 2. Lesão de Stener. 3. Doença de Thiemann. 4. Doença de Kienbock. 5. Doença de Sever. ( ) Rotura do ligamento colateral ulnar da metacarpo-falangeana do polegar. ( ) Apofisite do calcâneo. ( ) Necrose avascular do osso semilunar. ( ) Osteonecrose asséptica dassegundas falanges dos dedos. ( ) Osteonecrose do capítulo. A sequência está correta em
- A)1, 2, 3, 4, 5.
Errada, porque embaralha todas as associações e não respeita os locais típicos de cada eponímico.
- B)5, 3, 4, 2, 1.
Errada, pois inverte quase todas as relações, trocando polegar, calcâneo, carpo, falanges e capítulo.
- C)2, 5, 4, 3, 1.
Certa, porque associa corretamente cada patologia ao achado clínico-radiológico correspondente.
- D)2, 3, 4, 5, 1.
Errada, já que mistura as patologias e coloca a doença de Sever e a de Panner em posições trocadas.
Gabarito: C
Aqui a ideia é associar cada doença ao osso ou estrutura que ela costuma acometer. São quadros ortopédicos clássicos, muitas vezes osteocondroses/osteonecroses da infância e adolescência, cobradas pela imagem e pelo nome eponímico. O segredo é não se perder no apelido: primeiro identifique a lesão, depois lembre do local anatômico típico. A lesão de Stener é a rotura do ligamento colateral ulnar da articulação metacarpo-falangeana do polegar, um clássico do trauma do polegar do esquiador. Já a doença de Sever é a apofisite do calcâneo, muito comum em crianças ativas e associada a dor no calcanhar. A doença de Kienbock corresponde à necrose avascular do osso semilunar do carpo. A doença de Thiemann é a osteonecrose asséptica das falanges, especialmente das segundas falanges dos dedos. Por fim, a doença de Panner acomete o capítulo do úmero, com osteonecrose do capitellum, geralmente em crianças. Repare que o gabarito C apenas faz a correspondência correta, na ordem em que os achados aparecem no enunciado: Stener, Sever, Kienbock, Thiemann e Panner. Ou seja, a sequência fica 2, 5, 4, 3, 1. Em prova, esse tipo de questão é mais memória anatômica do que endocrinologia propriamente dita, então vale ler com calma para não trocar nomes parecidos e locais diferentes.