Assinale a única alternativa que contém 3 doenças de notificação compulsória imediata, segundo o Ministério da Saúde:
- A)botulismo, cólera e raiva humana
Correta, porque botulismo, cólera e raiva humana são doenças de notificação compulsória imediata segundo o Ministério da Saúde.
- B)toxoplasmose, sars-cov 2 e leishmaniose visceral
Errada, porque toxoplasmose e leishmaniose visceral não entram como exemplos clássicos de notificação compulsória imediata, apesar de terem relevância epidemiológica.
- C)dengue-óbito, febre tifóide e hanseníase
Errada, porque dengue-óbito pode exigir investigação urgente, mas febre tifóide e hanseníase não formam um trio de notificação compulsória imediata.
- D)hepatites virais, tuberculose, meningite
Errada, porque hepatites virais, tuberculose e meningite são de notificação compulsória, mas não necessariamente todas se enquadram como imediatas nessa formulação.
- E)meningite, HIV e sífilis congênita
Errada, porque meningite e HIV têm regras específicas de notificação, e sífilis congênita é compulsória, mas a combinação não corresponde ao grupo pedido de imediata.
Gabarito: A
Doença de notificação compulsória imediata é aquela que deve ser comunicada rapidamente ao serviço de saúde, sem esperar a consolidação rotineira dos dados, porque pode indicar surto, gravidade ou risco relevante para a coletividade. A lógica aqui é simples: se a doença pode “pegar fogo” rápido, a vigilância precisa saber rápido também. O Ministério da Saúde mantém uma lista específica dessas doenças e agravos, atualizada por normas como a Portaria de Consolidação GM/MS nº 4/2017 e suas alterações. Nessa lista entram eventos como botulismo, cólera e raiva humana, que exigem resposta urgente por seu potencial de gravidade e de repercussão epidemiológica. Por isso, a alternativa A é a correta: botulismo, cólera e raiva humana são três exemplos clássicos de notificação compulsória imediata. Repare que a banca mistura doenças importantes, mas que nem sempre são imediatas, com outras que são de notificação compulsória comum ou periódica. Na prova, vale lembrar a ideia-chave: não basta a doença ser de notificação compulsória, ela precisa ser imediata para entrar nesse grupo. Esse detalhe costuma ser o pulo do gato da questão.