Com base nos critérios de densidade mineral óssea (DMO), a osteopenia é definida como um escore T entre
- A)-1,0 e 0,0.
Errada, porque escore T entre -1,0 e 0,0 ainda pode estar dentro da normalidade, não caracterizando osteopenia.
- B)-0,5 e -1,5.
Errada, porque a faixa proposta não corresponde aos critérios clássicos de classificação da DMO.
- C)-1,0 e -2,5.
Certa, porque osteopenia é definida pelo escore T entre -1,0 e -2,5 segundo os critérios da OMS.
- D)-2,0 e -3,0.
Errada, porque valores entre -2,0 e -3,0 misturam faixas e ultrapassam o limite usado para osteoporose.
- E)-1,5 e -2,5.
Errada, porque osteopenia não começa em -1,5; o corte inicial é -1,0.
Gabarito: C
Na densitometria óssea, o escore T compara a densidade mineral óssea da pessoa com a de um adulto jovem saudável do mesmo sexo. Ele é muito usado para classificar osteoporose e osteopenia, especialmente em coluna lombar, colo do fêmur e quadril total. A lógica é simples: quanto mais negativo o escore, menor a massa óssea e maior o risco de fratura. Pelos critérios da Organização Mundial da Saúde, escore T entre -1,0 e -2,5 indica osteopenia, que é a redução de massa óssea, mas ainda não chega ao ponto de osteoporose. Já escore T igual ou menor que -2,5 define osteoporose. Acima de -1,0, a DMO é considerada normal. Por isso, a alternativa C está correta: osteopenia fica entre -1,0 e -2,5. A banca gosta muito dessa faixa porque ela é clássica e cai em prova quase como receita de bolo: normal, osteopenia e osteoporose, nessa ordem. Em resumo: se você vir escore T entre -1 e -2,5, pense em osteopenia; se for menor ou igual a -2,5, pense em osteoporose. Se for maior que -1, está tudo dentro do esperado para a classificação densitométrica.