As fraturas-luxações de Monteggia mais frequentes em crianças, de acordo com a classificação de BADO, são as do tipo
- A)II A.
Errada: o tipo II de Bado não é o mais frequente nas crianças e costuma aparecer menos do que o tipo I.
- B)I.
Certa: o tipo I de Bado é a forma mais comum de fratura-luxação de Monteggia em crianças.
- C)III.
Errada: o tipo III é menos frequente e não é o padrão clássico cobrado como o mais comum na faixa pediátrica.
- D)II B.
Errada: o tipo II B não é a apresentação mais frequente em crianças, ficando atrás do tipo I.
- E)IV.
Errada: o tipo IV é incomum e não corresponde à variante mais frequente de Monteggia em crianças.
Gabarito: B
A fratura-luxação de Monteggia combina fratura da ulna com luxação da cabeça do rádio. Na classificação de Bado, o tipo I é o mais comum, inclusive nas crianças, e corresponde à fratura da diáfise da ulna com luxação anterior da cabeça do rádio. É a forma clássica que a banca adora cobrar porque mistura anatomia com padrão de lesão, então vale decorar sem sofrimento. Nos pequenos, esse padrão aparece com mais frequência por causa do mecanismo de trauma e da maior plasticidade óssea. Em prova, a palavra-chave é: Monteggia mais frequente na criança = tipo I. Se você lembrar disso, já derruba a questão com tranquilidade. A classificação de Bado divide as lesões em tipos I, II, III e IV, de acordo com a direção da luxação da cabeça do rádio e o traço da fratura da ulna. O tipo I é o carro-chefe das questões, enquanto os outros tipos são menos cobrados quando o enunciado fala em frequência pediátrica. Portanto, o gabarito B está correto porque, entre as fraturas-luxações de Monteggia em crianças, o tipo I é o mais frequente pela classificação de Bado.