A mensuração da acuidade visual avalia
- A)a capacidade de resolução espacial.
Certa: a acuidade visual mede a capacidade de resolução espacial, isto é, perceber detalhes e distinguir pontos próximos.
- B)a sensibilidade ao contraste.
Errada: sensibilidade ao contraste é outra função visual, relacionada a identificar diferenças entre claro e escuro.
- C)a sensibilidade ao brilho.
Errada: sensibilidade ao brilho não define acuidade visual, que se concentra na nitidez e na distinção de detalhes.
- D)a fixação retiniana.
Errada: fixação retiniana diz respeito ao posicionamento do olhar, não à medida da acuidade visual.
- E)a capacidade de julgamento da profundidade.
Errada: julgamento da profundidade depende de visão binocular e percepção de distância, não da acuidade visual em si.
Gabarito: A
A acuidade visual é, em termos simples, a capacidade do olho de perceber detalhes finos e distinguir dois pontos muito próximos como separados. É aquela medida clássica da visão de longe ou de perto, feita em testes como a tabela de Snellen. Em concurso, pense nela como a “nitidez” da imagem que chega à retina e é interpretada pelo cérebro. Por isso, a mensuração da acuidade visual avalia a capacidade de resolução espacial. Ou seja, ela verifica o quanto você consegue enxergar detalhes e contornos com precisão. Se a pessoa confunde letras pequenas ou vê tudo meio borrado, a resolução espacial está reduzida. As outras alternativas falam de funções visuais diferentes. Contraste é outra história: envolve perceber diferenças sutis entre claro e escuro. Profundidade diz respeito à visão binocular e à noção de distância. Fixação retiniana é mais ligada ao direcionamento do olhar, não à nitidez da imagem. Então, o gabarito A está correto porque acuidade visual não mede brilho, profundidade ou fixação, e sim a capacidade de separar e reconhecer detalhes espaciais. É a velha prova de que, na oftalmologia, o detalhe faz toda a diferença.