Na triagem clínica está incluído a pesquisa das áreas endêmicas. Sobre as áreas endêmicas para malária, o estado que não está incluído é:
- A)Acre.
Correta, pois o Acre integra a área endêmica brasileira de malária, especialmente na Amazônia Legal.
- B)Maranhão.
Correta, pois o Maranhão faz parte da região com transmissão endêmica de malária no país.
- C)Mato Grosso do Sul.
Errada, porque Mato Grosso do Sul não está entre os estados endêmicos clássicos para malária no Brasil.
- D)Pará.
Correta, pois o Pará é um dos principais estados endêmicos para malária.
- E)Amapá.
Correta, pois o Amapá está incluído na faixa endêmica de malária no Brasil.
Gabarito: C
Na triagem clínica para malária, uma das coisas mais importantes é perguntar se a pessoa esteve em área endêmica. No Brasil, a malária se concentra principalmente na Amazônia Legal, onde a transmissão é sustentada por condições ambientais favoráveis ao mosquito vetor. Por isso, estados como Acre, Maranhão, Pará e Amapá entram no radar com frequência. A lógica da prova é simples: você procura os estados da região com transmissão habitual e desconfia daquelas unidades federativas fora desse eixo. A malária no país não está distribuída de forma homogênea, então a história epidemiológica pesa muito mais do que a mera presença de casos isolados. O gabarito é a letra C porque Mato Grosso do Sul não é considerado área endêmica clássica para malária no Brasil. Ele não integra a principal faixa de transmissão da doença, ao contrário dos estados amazônicos citados nas outras alternativas. Em termos práticos, a banca quer ver se você reconhece a distribuição geográfica da doença. Em concurso, isso costuma aparecer como triagem epidemiológica: suspeitou de febre e veio de área endêmica, malária entra no diagnóstico diferencial sem hesitação.