Em uma corrida de carros, os dois primeiros colocados estavam, na reta de chegada, com velocidade de 180 km/h. O segundo colocado na corrida cruzou a linha de chegada 2,4 segundos após o primeiro ter cruzado. Quando o vencedor cruzou a linha de chegada, a distância d entre os dois carros representada na figura acima era de
- A)60 m.
Errada, porque 60 m corresponde a apenas 1,2 s de deslocamento a 50 m/s, e não aos 2,4 s informados.
- B)75 m.
Errada, pois 75 m exigiriam 1,5 s nessa velocidade, mas o enunciado fala em 2,4 s.
- C)90 m.
Errada, já que 90 m seria o percurso em 1,8 s a 50 m/s, menor que o tempo dado.
- D)100 m.
Errada, porque 100 m correspondem a 2 s a 50 m/s, e o intervalo entre as chegadas é de 2,4 s.
- E)120 m.
Certa, pois 180 km/h equivalem a 50 m/s e, em 2,4 s, o carro percorre 120 m.
Gabarito: E
Aqui a ideia é bem direta: se a velocidade do carro é constante, a distância percorrida em certo tempo vem da fórmula d = v x t. O truque clássico de prova é converter a velocidade para uma unidade compatível com o tempo. Como 180 km/h equivale a 50 m/s, basta multiplicar por 2,4 s. Fazendo a conta: 50 x 2,4 = 120. Então, no instante em que o vencedor cruzou a linha de chegada, o outro carro ainda estava 120 m atrás. Simples, mas a banca adora esconder isso com unidades diferentes para testar se você não vai sair correndo para a conta errada. Esse é um caso de movimento uniforme, sem aceleração na reta final. Em problemas assim, a relação fundamental é velocidade = deslocamento / tempo, ou seja, deslocamento = velocidade x tempo. Não há “segredo” além de cuidar da conversão de km/h para m/s. Por isso o gabarito é a alternativa E. O segundo carro leva 2,4 s para chegar, e nesse intervalo, a 50 m/s, ele percorre 120 m. Logo, essa era a distância entre os carros no instante em que o vencedor cruzou a chegada.