João, Pedro e Maria decidiram dividir igualmente o prêmio de R$ 360,00 que ganharam em uma competição, de acordo com o número de horas que cada um trabalhou para ganhar o bônus. João trabalhou 6 horas, Pedro 8 horas e Maria 10 horas. Quanto cada um receberá, se a divisão for proporcional ao tempo de trabalho de cada um?
- A)João: R$ 72,00; Pedro: R$ 96,00; e Maria: R$ 120,00.
Errada, porque distribui valores que não são proporcionais às horas trabalhadas e ainda não corresponde à razão 6:8:10.
- B)João: R$ 80,00; Pedro: R$ 100,00; e Maria: R$ 180,00.
Errada, pois os valores não seguem a divisão proporcional ao tempo de trabalho e a soma nem fecha corretamente com o total.
- C)João: R$ 90,00; Pedro: R$ 120,00; e Maria: R$ 150,00.
Certa, porque a divisão respeita a proporção 6:8:10 e reparte os R$ 360,00 de forma exata.
- D)João: R$ 100,00; Pedro: R$ 110,00; e Maria: R$ 150,00.
Errada, porque os valores atribuídos a cada um não mantêm a proporcionalidade com as horas trabalhadas.
Gabarito: C
Quando a divisão é proporcional ao tempo de trabalho, você não divide o valor em partes iguais: cada pessoa recebe uma fração do prêmio na mesma razão das horas trabalhadas. Aqui, as horas são 6, 8 e 10, somando 24 horas. Então, cada hora “vale” 360/24 = 15 reais. Agora fica fácil: João trabalhou 6 horas, então recebe 6 x 15 = 90 reais. Pedro trabalhou 8 horas, então recebe 8 x 15 = 120 reais. Maria trabalhou 10 horas, então recebe 10 x 15 = 150 reais. Somando tudo, dá 360 reais certinho, sem magia, sem truque e sem sumiço de dinheiro. O gabarito é a letra C porque respeita exatamente essa proporção entre horas e valores. Em problemas de partilha proporcional, a lógica é: total do prêmio dividido pela soma das partes da razão. Isso é matemática básica de proporção, muito cobrada em concursos. Aqui, a conta fecha perfeitamente com 90, 120 e 150.