No início do mês, Débora guardava R$ 260,46 em um cofre. Até o fim deste mês, ela precisou retirar R$ 66,50, para realizar um pagamento. Se essa foi a única movimentação financeira no mês, qual a quantia restante no cofre de Débora?
- A)R$ 193,06.
Errada, porque a subtração correta não chega a R$ 193,06.
- B)R$ 193,96.
Certa, pois R$ 260,46 menos R$ 66,50 resulta em R$ 193,96.
- C)R$ 194,06.
Errada, porque o resultado foi calculado com centavos incorretos.
- D)R$ 194,96.
Errada, porque esse valor fica acima do resultado real da subtração.
Gabarito: B
Aqui a conta é bem direta: se Débora tinha R$ 260,46 no cofre e retirou R$ 66,50, basta subtrair o valor sacado do valor inicial. Em números decimais, o cuidado é alinhar centavos e reais na mesma coluna, para não virar aquela confusão clássica de feira com troco. Fazendo a operação, temos R$ 260,46 - R$ 66,50 = R$ 193,96. Ou seja, o dinheiro restante no cofre é esse valor. Quando você trabalha com números racionais na forma decimal, a regra é a mesma: somar ou subtrair normalmente, respeitando a posição da vírgula. Então o gabarito correto é a letra B, porque ela apresenta exatamente o resultado da subtração. Se quiser conferir, pense assim: retirar um pouco menos de 70 reais de um total um pouco maior que 260 reais deve deixar algo perto de 194 reais, o que bate certinho com o cálculo. Não há nenhum truque jurídico ou doutrinário aqui, é pura aritmética de números reais no cotidiano. Em prova, o segredo é não errar o alinhamento dos centavos e não inverter a operação.