Responsáveis técnicos da FEPAM mapearam uma região de reserva natural e estimaram que a quantidade de codornas- -mineiras, uma espécie ameaçada de extinção, era de 1.200 aves e que, a cada ano, o número de aves dessa espécie cresce 250 unidades. Assim, mantendo-se essa taxa de crescimento inalterada e considerando-se que a observação inicial se deu no ano de 2022, com o primeiro aumento contabilizado em 2023, quantas codornas-mineiras haverá nessa região no final do ano de 2050?
- A)7.950
Errada, porque 7.950 corresponde a uma contagem incorreta dos anos de crescimento.
- B)8.200
Certa, pois entre 2023 e 2050 há 28 aumentos de 250 aves, totalizando 8.200.
- C)8.450
Errada, porque 8.450 resulta de somar um número de aumentos maior do que o indicado.
- D)8.700
Errada, pois 8.700 ultrapassa o total obtido com os 28 acréscimos anuais.
- E)8.950
Errada, porque 8.950 corresponde a uma supercontagem dos anos ou a um erro de inclusão do período inicial.
Gabarito: B
Aqui a ideia é de progressão aritmética, porque a quantidade de aves aumenta sempre pelo mesmo valor: 250 por ano. Em uma PA, você parte de um termo inicial e soma a razão repetidamente. Simples, elegante e muito cobrado em prova, porque a banca adora trocar a cara da conta e ver se voce reconhece a sequência. O ponto-chave do enunciado é a linha do tempo: a observação inicial foi em 2022, com 1.200 aves, e o primeiro aumento só aparece em 2023. Então voce não soma 29 aumentos, nem 27, e sim os aumentos de 2023 até 2050, inclusive. Contando os anos: de 2023 a 2050 há 28 acréscimos. Logo, a população será 1.200 + 28 x 250 = 1.200 + 7.000 = 8.200 aves. Esse é exatamente o valor da alternativa B. Em provas da CONSULPLAN, esse tipo de questão costuma exigir atenção ao marco inicial, porque a pegadinha é confundir o ano da medição com o ano do primeiro crescimento. Se voce organiza a contagem corretamente, a conta fica curtinha e não tem susto.