Considere um município que possui, no ano de 2022, um total de 380 mil habitantes. O Secretário de Segurança Pública determinou que, para dada população, são necessários 525 guardas municipais. Com base nessas informações, se a população do município atingir, no ano de 2030, um total de 471.200 habitantes, o município precisará contratar um número de guardas municipais para atender a população de forma semelhante a 2022 compreendido entre:
- A)110 e 120 guardas.
Errada, porque 126 não fica entre 110 e 120.
- B)121 e 130 guardas.
Certa, porque o acréscimo necessário é 126 guardas, que está entre 121 e 130.
- C)131 e 140 guardas.
Errada, porque 126 não fica entre 131 e 140.
- D)140 e 150 guardas.
Errada, porque 126 não fica entre 140 e 150.
Gabarito: B
A ideia aqui é regra de três direta: se a população aumenta, a quantidade de guardas deve aumentar na mesma proporção. Em 2022, para 380 mil habitantes, eram necessários 525 guardas. Então, para 471.200 habitantes, você monta a proporção e encontra o total estimado de guardas: 380.000 : 525 = 471.200 : x. Fazendo a conta, x = 525 vezes 471.200 dividido por 380.000, o que dá 651 guardas. Até aqui, tudo tranquilo: é só proporcionalidade, sem mistério e sem magia de planilha. Mas o enunciado pede quantos guardas o município precisará contratar, ou seja, a diferença entre o total necessário em 2030 e o que já existia em 2022. Então: 651 - 525 = 126 guardas a mais. Como 126 está entre 121 e 130, o gabarito é a alternativa B. Esse tipo de questão cobra justamente regra de três e interpretação do que está sendo pedido: total necessário ou quantidade a contratar.