Se 4 engenheiros levam 3 horas para realizar a manutenção preventiva em 2 unidades geradoras de Itaipu, então, mantendo-se essa proporção, 3 engenheiros realizariam a manutenção preventiva em 20 unidades geradoras em
- A)60 horas.
Errada, porque 60 horas superestima o tempo necessário e não respeita corretamente a relação entre aumento de unidades e redução de engenheiros.
- B)45 horas.
Errada, porque 45 horas ainda não corresponde ao ajuste proporcional correto entre 20 unidades e apenas 3 engenheiros.
- C)40 horas.
Certa, pois o total de 120 engenheiro-horas dividido por 3 engenheiros resulta em 40 horas.
- D)30 horas.
Errada, porque 30 horas é insuficiente para cumprir a manutenção de 20 unidades com apenas 3 engenheiros.
- E)15 horas.
Errada, porque 15 horas subestima muito o tempo, como se o aumento de serviço quase não alterasse o resultado.
Gabarito: C
Aqui a ideia é de proporção direta e inversa ao mesmo tempo, aquele clássico que vive aparecendo em prova. Se a quantidade de unidades geradoras aumenta, o tempo aumenta. Se a quantidade de engenheiros aumenta, o tempo diminui. Então você não pode olhar só para um pedaço da informação: precisa ajustar tudo com calma. Vamos transformar o dado em “trabalho total”. Se 4 engenheiros fazem 2 unidades em 3 horas, isso significa 4 x 3 = 12 engenheiro-horas para 2 unidades. Logo, cada unidade exige 6 engenheiro-horas. Para 20 unidades, o total será 20 x 6 = 120 engenheiro-horas. Agora entra o segundo ajuste: como serão apenas 3 engenheiros, esse total de 120 engenheiro-horas será dividido por 3. Resultado: 120 / 3 = 40 horas. É por isso que o gabarito é a alternativa C. Em resumo, a conta certa é proporcionalidade composta: mais unidades pedem mais tempo, menos engenheiros também pedem mais tempo. Em questões assim, a banca gosta de ver se você identifica a relação entre trabalho, número de pessoas e tempo sem cair na tentação de fazer regra de três pela metade.