Bianca precisou estimar a distância entre o ponto A — correspondente a um domicílio — e o ponto B — correspondente a um estabelecimento comercial — e, para isso, utilizou a seguinte estratégia: I ela caminhou do ponto A até o ponto B contando os passos e contabilizou 1.280 passos entre esses dois pontos; II em seguida, sabendo que a distância entre os pontos C e D era de 15 metros, ela caminhou do ponto C até o ponto D contando os passos e contabilizou 20 passos; III por fim, ela utilizou uma regra de três simples para estimar a distância, em metros, entre os pontos A e B. Com base nessas informações, considerando-se que Bianca tenha executado seus cálculos corretamente, a estimativa para a distância entre A e B por ela encontrada foi de
- A)15 metros.
Errada, porque 15 metros correspondem a 20 passos, não ao total de 1.280 passos.
- B)20 metros.
Errada, porque 20 metros não resulta da proporção dada no enunciado.
- C)300 metros.
Errada, pois 300 metros seria um valor obtido por proporção mal calculada.
- D)960 metros.
Certa, porque 20 passos valem 15 metros e, assim, 1.280 passos equivalem a 960 metros.
- E)1.280 metros.
Errada, porque 1.280 é a quantidade de passos, não a distância em metros.
Gabarito: D
A ideia aqui é regra de três simples: se 20 passos correspondem a 15 metros, então cada passo vale 15/20 metro, isto é, 0,75 metro. Parece pouco, mas passo a passo o número cresce rapidinho. Quando Bianca contou 1.280 passos entre A e B, bastou multiplicar esse total pelo valor de cada passo. Assim, 1.280 x 0,75 = 960 metros. É uma conta direta de proporcionalidade: mais passos, maior distância. Esse tipo de questão cobra leitura atenta e conversão correta entre unidades, sem misturar passo com metro. A lógica é simples: se a referência está certa, o resto é só manter a proporção. Por isso, o gabarito é a letra D, porque a estimativa encontrada para a distância entre A e B foi de 960 metros.