Botelho & Vargas (2021) entienden la inferenciación como un proceso cognitivo básico de construcción de significados en la lectura. A continuación, leerá afirmaciones relacionadas a tipos de cuestiones en las actividades de lectura en la escuela que consideran el plano inferencial: I. De pre lectura que solicitan la activación de conocimientos previos. II. De lectura en las que el nivel literal da soporte a la construcción de inferencias. III. Posteriores a la lectura que desarrollan reflexiones hechas a partir de las inferencias construidas. Señale:
- A)Si sólo la afirmación III es correcta.
Errada, porque a afirmación III es correcta, pero no es la única: las afirmaciones I y II también describen momentos inferenciales válidos.
- B)Si sólo las afirmaciones I y III son correctas.
Errada, porque la afirmación II también está correcta, ya que el nivel literal puede servir de base para construir inferencias durante la lectura.
- C)Si sólo las afirmaciones II y III son correctas.
Errada, porque la afirmación I también es correcta, pues la activación de conocimientos previos en prelectura favorece la inferencia.
- D)Si todas las afirmaciones son correctas.
Certa, porque las tres afirmaciones describen, en momentos distintos, actividades de lectura que movilizan el plano inferencial.
- E)Si sólo la afirmación I es correcta.
Errada, porque la afirmación I no es la única correcta; las afirmaciones II y III también corresponden al enfoque inferencial.
Gabarito: D
A inferenciación, en lectura, es o processo de construir sentidos que não estão explícitos no texto, mas que o leitor deduz com base no que lê, no que já sabe e no contexto. Em outras palavras, ler bem não é só “achar a resposta na linha do texto”; é também completar as lacunas com pistas. Esse é justamente o plano inferencial: o texto dá sinais, e você faz o resto do trabalho mental, como um detetive sem capa. Na escola, as questões de leitura podem explorar esse plano em três momentos. Antes da leitura, ativar conhecimentos prévios ajuda o aluno a preparar o terreno para inferir melhor. Durante a leitura, o nível literal funciona como base para levantar hipóteses e construir inferências. Depois da leitura, as perguntas podem levar o aluno a refletir sobre o que inferiu, justificando conclusões e ampliando a compreensão. Por isso, as três afirmações estão corretas. A banca está cobrando exatamente essa visão integrada da leitura: pré-leitura, leitura e pós-leitura podem mobilizar inferências de formas diferentes, mas todas contribuem para a construção de significados. Esse entendimento é coerente com as abordagens contemporâneas de leitura em língua estrangeira, nas quais a compreensão não é mecânica, e sim interativa e estratégica. Então, o gabarito é a letra D porque I, II e III descrevem adequadamente situações em que o plano inferencial aparece nas atividades de leitura. Se você percebeu que inferir não é um “extra”, mas parte central da compreensão, já está lendo como a banca gosta.