Lea el seguinte fragmento de Vargas et alii (2021): “Para Kleiman (2001) e para Duffy e Roehler (1989), o professor tem papel central na ampliação das estratégias metacognitivas dos alunos: é papel do professor, por exemplo, estabelecer objetivos de leitura para que depois os estudantes consigam fazê-lo, ou ainda, verificar se uma leitura se dá no nível da decodificação. Os autores também discutem a importância de os professores elaborarem atividades que ativem o conhecimento prévio dos alunos, servirem de modelo de leitor estratégico para os alunos e atuarem de maneira responsiva ao que dizem seus estudantes em relação a seus próprios processos. (p. 367)” En el contexto de dicha propuesta, la tarea del profesor respecto a sus alumnos es
- A)dejar que hagan las actividades de lectura solos o en grupos.
Errada, porque o professor não deve abandonar o aluno à própria sorte; ele precisa mediar e orientar o processo de leitura.
- B)facilitarles estrategias que favorezcan el desarrollo de la conciencia sobre el proceso inferencial.
Certa, porque a função do professor é fornecer estratégias que desenvolvam a consciência do aluno sobre como ele lê e infere sentidos.
- C)leerles el texto en voz alta y traducirles a su lengua materna las partes más difíciles.
Errada, pois traduzir o texto e lê-lo em voz alta não substitui o trabalho estratégico e metacognitivo de compreensão.
- D)aclararles solamente als dudas relacionadas a cuestiones lexicales.
Errada, porque a intervenção do professor não se limita a dúvidas lexicais; a leitura envolve construção de sentido, inferência e monitoramento.
- E)enseñarles las clases gramaticales del español.
Errada, já que o foco não é ensinar classes gramaticais, mas promover compreensão leitora por meio de estratégias.
Gabarito: B
A questão trabalha a ideia de compreensão leitora como um processo ativo, não como simples decodificação de palavras. No trecho, os autores destacam que o professor tem papel central na formação de estratégias metacognitivas, ou seja, ajuda o aluno a pensar sobre como lê, como entende e como controla o próprio entendimento. Perceba que o professor não aparece como alguém que faz tudo pelo aluno, mas como mediador. Ele define objetivos de leitura, ativa conhecimentos prévios, serve de modelo de leitor estratégico e acompanha as respostas dos estudantes. Isso é típico de uma abordagem que valoriza o desenvolvimento da consciência sobre o processo de leitura, especialmente na etapa inferencial. É por isso que o gabarito é a letra B. A proposta é que o professor facilite estratégias que ampliem a capacidade do aluno de inferir, relacionar informações e monitorar a compreensão. Em outras palavras, o aluno não lê no piloto automático: ele aprende a perceber pistas, antecipar sentidos e checar se entendeu mesmo. As demais alternativas fogem dessa lógica. Não se trata de deixar o aluno sozinho, nem de reduzir a intervenção a tradução, vocabulário ou gramática. O foco está na mediação pedagógica da leitura, alinhada às ideias de Kleiman sobre leitura como prática estratégica e interativa, e à noção de andaimes pedagógicos (scaffolding) na doutrina da leitura.