El fragmento a seguir es parte de un artículo científico que trata de la evaluación en la clase de lengua extranjera. “As atividades que integrarão os instrumentos da avaliação somativa devem ser elaboradas à semelhança daquelas apresentadas no cotidiano da sala de aula. Se o professor, ao cabo de algumas semanas, optar por aplicar um teste para verificar se o objetivo geral da lição 6 foi alcançado, ele respeitará a essência das tarefas linguageiras e, principalmente, os modelos de referência e os critérios de avaliação elaborados conjuntamente com os alunos.” (Alves, Luciana de Oliveira & Cunha, Myriam Crestian Chaves da.”Práticas avaliativas em aulas de línguas estrangeiras: articulação didática entre o formativo e o somativo”. In: Horizontes de Linguística Aplicada, ano 21, n. 2, 2022.) Teniendo en cuenta lo expuesto, una propuesta coherente con el modelo de evaluación expuesto en el fragmento consiste en evaluar:
- A)objetivos de enseñanza.
Errada, porque objetivos de ensino dizem respeito ao que o professor planeja ensinar, e o texto foca no que o aluno deve demonstrar que aprendeu.
- B)Habilidad de rellenar huecos con sentencias fuera de contexto.
Errada, pois a alternativa descreve uma tarefa mecânica e descontextualizada, bem distante da avaliação autêntica defendida no fragmento.
- C)objetivos de aprendizaje.
Certa, porque o texto orienta a avaliação para verificar se o objetivo geral da lição foi alcançado, ou seja, se houve aprendizagem.
- D)capacidad de aplicar vocablos aprendidos en sentencias aisladas.
Errada, já que aplicar vocábulos em sentenças isoladas reduz a avaliação a um exercício fragmentado, sem coerência com as tarefas de sala de aula.
- E)Habilidad de producir sentencias.
Errada, porque produzir sentenças, sozinho, não basta para representar o modelo de avaliação integrado e contextualizado apresentado no texto.
Gabarito: C
A questão trabalha a lógica da avaliação em língua estrangeira quando o texto fala em avaliação somativa alinhada ao que foi vivido na sala de aula. A ideia central é simples: não basta medir se o aluno decorou conteúdo solto; a prova deve verificar se ele conseguiu atingir os objetivos de aprendizagem previstos no processo, com atividades coerentes com as tarefas linguageiras praticadas em aula. Perceba o detalhe mais importante do fragmento: o professor aplica um teste "para verificar se o objetivo geral da lição 6 foi alcançado". Isso aponta diretamente para o que o aluno aprendeu de fato ao final da sequência didática, e não apenas para o que foi ensinado em termos de intenção do professor. Em avaliação educacional, isso costuma distinguir objetivos de ensino (o que o docente pretende trabalhar) de objetivos de aprendizagem (o que o estudante deve demonstrar que aprendeu). Por isso, o gabarito é a letra C. A proposta coerente com o modelo do texto é avaliar objetivos de aprendizagem, porque a avaliação somativa deve retomar tarefas semelhantes às da rotina da aula e medir o desempenho do aluno diante do que foi efetivamente desenvolvido. Em linguagem de concurso: a prova não pode virar um bicho de sete cabeças fora da realidade da aula. O fragmento ainda reforça uma visão formativa articulada à somativa, em que critérios e modelos são construídos com os alunos. Isso aproxima a avaliação de uma prática mais autêntica e menos mecânica, bem na linha da didática de línguas estrangeiras defendida pela literatura da área.